BMW i3: seis anos de pioneirismo e 200 mil km com baterias originais

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Postado 7 de janeiro de 2020 por bisponeto em Automóveis
Há seis anos, o BMW i3 revolucionou o mercado da mobilidade premium com seu projeto sustentável, motor elétrico livre de emissões e design original. Desde então, o pequeno notável se tornou o veículo elétrico mais vendido do mundo no segmento de compactos premium, com 165 mil unidades comercializadas globalmente.

Além dos números de mercado, o modelo vem demonstrando diariamente ao longo desses anos a incomparável capacidade e durabilidade de suas baterias. Que o digam os proprietários das primeiras unidades do modelo, cujas baterias originais ainda estão sendo usadas — mesmo após mais de 200 mil quilômetros rodados por cada um deles.

Essa durabilidade e a confiabilidade transmitida pelo veículo estão entre os atributos mais enfatizados pelos clientes, que destacam ainda a versatilidade do modelo de uso tanto em trechos urbanos curtos quanto em longas viagens de férias. Dessa forma, o i3 se provou um meio de transporte econômico e totalmente adequado para as demandas do dia-a-dia.

“O conceito do i3 é tão único e moderno que ainda hoje as pessoas se viram para olhar”, comenta o alemão Helmut Neumann, proprietário do modelo desde 2014. Neumann, que vive nas redondezas da cidade de Colônia, relata que já percorreu longas distâncias com seu veículo, como quando foi até Berlin (cerca de 500 quilômetros), e nunca enfrentou dificuldades. “Além do imenso prazer em dirigir, os custos da recarga elétrica são mínimos”, finaliza.

Segundo análise do ADAC, o maior Clube de Automobilismo da Alemanha, o carro elétrico atrai consumidores por seu aspecto não somente ecológico, mas também econômico. Em uma comparação de custos gerais, o BMW i3 é cerca de 20% melhor que os veículos à combustão da marca. Além do baixo custo de abastecimento e alta retenção de valor na revenda, as baixas despesas com manutenção e desgaste de peças contribuem para a excelente relação custo-benefício do modelo. Que o diga Neumann, que mesmo após 277 mil quilômetros rodados, nunca precisou substituir as pastilhas e discos de freio do seu i3.

A experiência obtida pelos clientes que usam o BMW i3 desde os primeiros anos de produção mostrou que, mesmo com a bateria original, a autonomia elétrica do veículo quase não reduziu, mesmo após alta quilometragem, o que reforça as expectativas do BMW Group em relação à qualidade da unidade de bateria de alta tensão. Desde o início das vendas do modelo, nenhuma bateria de alta voltagem do i3 teve que ser substituída devido a envelhecimento prematuro.

Com o objetivo de promover a mobilidade elétrica, o sul-africano Shaun Maidment lançou uma plataforma de financiamento coletivo para apoiar a instalação de estações de recarga pública em seu país. Shaun dirige cerca de 300 quilômetros por dia visitando clientes a bordo de seu i3, e já percorreu longas distâncias como de Cidade do Cabo a Johanesburgo, de mais de mil quilômetros. “Demorou um pouco mais por conta do tempo de recarga, mas estava tudo bem”.

Já o norte-americano Robert Cleary, que dirige quase 150 quilômetros sem emissões todos os dias, relata que ficou sem energia em apenas uma ocasião: a cerca de 50 metros da entrada da garagem. O problema foi facilmente resolvido usando um cabo de extensão. Robert defende a instalação de uma infraestrutura pública para carregamento dos veículos: “a recarga elétrica fortalece a conscientização ambiental”.

 


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