Os carros mais protegidos contra furto

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Postado 29 de outubro de 2012 por bisponeto em Automóveis
Novo estudo do CESVI – Centro de Experimentação e Segurança Viária – aponta os veículos mais e menos vulneráveis à ação dos bandidos. A classificação se baseia no conjunto de equipamentos antifurto de cada modelo disponível no mercado nacional. Dessa forma consumidores e companhias de seguros terão, agora, uma referência técnica para melhor avaliar os veículos, em relação ao tema. Assim, os valores dos seguros poderão ter custos mais justos e proporcionais ao que cada automóvel oferece em segurança contra furtos.

O carro melhor avaliado, entre todos os concorrentes, e que mais complica a ação de ladrões foi o Chevrolet Cruze LTZ que obteve quatro estrelas e meia. Desde a versão mais simples, o carro sai de fábrica equipado com chave presencial, imobilizador, alarme e trava de volante. O difícil acesso à bateria do carro também o favoreceu para alcançar a liderança do “ranking”. O segundo lugar foi para o Ford Ka Sport 1.6, flex, com três estrelas e meia, na pontuação geral. O modelo tem, praticamente os mesmos recursos do Fiesta, inclusive o alarme volumétrico. Na análise do Cesvi Brasil, participaram os 20 carros mais vendidos, no primeiro semestre no mercado brasileiro, inclusive com duas marcas chinesas, disputando o “ranking”.

Entre os modelos 1.0, o Ford Fiesta foi considerado o mais protegido contra furto. Ele foi comparado com outros da mesma cilindrada (sempre em suas versões menos equipadas) como o Chevrolet Celta LS, Fiat Uno Vivace, Nissan March, Renault Sandero Authentique e VW Gol Geração 5.
O itens de série, considerados na avaliação do Cesvi Brasil, incluíram imobilizadores, alarmes, vidros laterais laminados e trava na coluna de direção, os tipos de chaves e a maior ou menor dificuldade de acesso à bateria do veículo. O Fiesta recebeu duas estrelas e meia por ser equipado com imobilizador, alarme e trava na coluna de direção. Os itens inibidores de furto têm diferentes pesos no somatório de pontos atribuídos pelo Cesvi.

Por exemplo, a trava na coluna de direção tem menor valor do que uma chave codificada. Chaves presenciais contam mais pontos do que todas as outras, não só pela dificuldade de reproduzir o sinal que transmitem, mas também porque eliminam aquelas instalações elétricas no painel que o ladrão acessa para fazer ligação direta.


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